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terça-feira, 15 de março de 2011
Os ataques por monitoração são baseados em software de monitoração de rede conhecido como “sniffer”, instalado surrepticiamente pelos invasores.
O sniffer grava os primeiros 128 bytes de cada sessão login, telnet e FTP session vista naquele segmento de rede local, comprometendo TODO o tráfego de/para qualquer máquina naquele segmento, bem como o tráfego que passar por aquele segmento. Os dados capturados incluem o nome do host destino, o username e a password. A informação é gravada num arquivo posteriormente recuperado pelo invasor para ter acesso a outras máquinas.
Em muitos casos os invasores obtem acesso inicial aos sistemas usando uma das seguintes técnicas:

Obtém o arquivo de passwords via FTP em sistemas impropriamente configurados.

Obtém o arquivo de password de sistemas rodando versões inseguras do NIS
Obtém acesso ao sistema de arquivos locais via pontos exportados para montagem com NFS, sem restrições. Usam um nome de login e password capturada por um sniffer rodando em outro sistema.


Embora tenha saído ileso de desafio hacker - ao contrário de IE8 e Safari - navegador da Google possui falhas, apesar de não terem sido exploradas.

O Safari caiu num piscar de olhos enquanto que o Chrome se manteve ileso pelo terceiro Pwn2Own – evento hacker – consecutivo. Com base nessas informações, a conclusão a se tirar é evidente: evite usar o navegador da Apple e adote o software da Google como browser padrão.
No entanto, as coisas não são tão simples quanto parecem – outras constatações podem ser feitas a partir de que programas foram invadidos e quais não foram. Sim, é verdade que o Safari foi atualizado pouco antes do desafio – corrigindo falhas já conhecidas – e, mesmo assim, não foi bem. Uma equipe conseguiu derrubá-lo em cinco segundos. É menos tempo do que a maioria das pessoas levaria para escrever “o Safari foi derrubado em menos de cinco segundos”.
O Chrome, por outro lado, não sofreu nada, apesar do prêmio de 20 mil dólares, oferecido pela própria Google, a quem o vencesse. Dois times tentaram; um nem chegou perto, o outro disse que sua prioridade era a ofensiva contra o BlackBerry OS. É como se o browser da gigante fosse livre de falhas.
Mais uma vez, a conclusão óbvia: não use o Safari – ou o Internet Explorer 8, que também foi invadido - troque-o pelo Chrome. É isso mesmo? Bem, não. Um pouco, talvez, mas não. O grande perigo é que o usuário comece a achar que o navegador da Google é invulnerável. É importante manter tudo sob perspectiva. Sobreviver ao Pwn2Own não significa indestrutibilidade, apenas que os pesquisadores que se propuseram a derrubar o software não conseguiram explorar as falhas que, muito provavelmente, ele possui.
A queda do Safari prova que mesmo um programa devidamente atualizado possui vulnerabilidades. Já a derrota do Internet Explorer demonstra como os hackers podem ignorar ou burlar as ferramentas de segurança do sistema operacional em que o software está instalado.
Em suma, até faz sentido você escolher o Chrome em detrimento de seus rivais (Safari e IE), já que, embora tenha seus problemas de código, eles não foram descobertos tão facilmente. Apenas lembre-se de não baixar a guarda – não se sinta totalmente seguro apenas por que o browser resistiu aos ataques dos especialistas durante uma Pwn2Own.
domingo, 13 de março de 2011
Eles são odiados pela maioria dos usuários, mas uma boa parcela do desenvolvimento de software e hardware se deve a eles. Entenda por que eles nem sempre são os verdadeiros vilões da história.



Hackers: por que temê-los?
Hackers. Basta ouvir esse nome para que muitos usuários os associem a bandidos ou pessoas de má índole. Basta acessar um site ou verificar um perfil cujo termo esteja presente para que muitos deem meia-volta com medo de pegar algum vírus ou terem seus dados roubados.
Entretanto, diferente do que se convencionou pensar, os hackers nem sempre são, necessariamente, os vilões da história. Muito pelo contrário. A indústria precisa muito do trabalho deles e você só tem a ganhar com isso. Afinal, é graças às suas descobertas que, muitas vezes, falhas de segurança são corrigidas nos mais diversos tipos de software.

Crackers ou Hackers?

Antes que você diga que o título da matéria está errado e que os hackers são mesmo do bem e os crackers é que são do mal, vale a pena entender o surgimento do segundo termo. Ele nasceu em meio à própria comunidade hacker, na década de 80.
Nem todos os hackers são do mal
À época, a mídia ainda tinha dificuldades em compreender quem eram os hackers do bem e os hackers do mal. A imprensa acabava generalizando os hackers como malvados e assim surgiu a diferenciação. Os crackers seriam aqueles que agiam sem ética ou na ilegalidade.
Contudo, na prática, os crackers não deixam de ser hackers, mas com propósitos diferentes. Ou seja, não é errado afirmar que existem os hackers do bem e do mal e justamente aqueles que pertencem ao primeiro time que são fundamentais para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das novas tecnologias.

Gênios incompreendidos?

Steve Jobs e Steve Wozniak, os fundadores da Apple, são homens de negócio geniais, certo? Porém, você sabia que no início de suas carreiras, na década de 70, ambos eram hackers?
À época a dupla criou um dispositivo capaz de fazer ligações gratuitas utilizando sinais falsos da AT & T. O sistema era ilegal, mas Jobs não só construiu o dispositivo como também o comercializou para seus amigos da Universidade da Califórnia.
Obviamente o projeto não foi adiante, entretanto ideias como essa serviram para mostrar ao mundo um pouco da capacidade da dupla que, futuramente, viria a construir um verdadeiro império com os seus produtos.
Steve Jobs: hacker na década de 70
Fonte da imagem: Matt Yohe / Wikipedia
Assim como eles, muitos outros jovens também tiveram ideias brilhantes, nascidas muito mais em função da curiosidade do que pelo desejo de roubar ou prejudicar quem quer que seja. Provavelmente, muito do que você sabe sobre um sistema operacional você aprendeu na prática, testando e errando, não é mesmo?
Explorar novas possibilidades é uma das características mais comuns a esse perfil de usuário e, muitas vezes é graças a eles que falhas grosseiras são descobertas em sistemas operacionais ou mesmo novas possibilidades para dispositivos são exploradas.

Então ser hacker é algo bom?

Falhas de segurança são uma das principais brechas exploradas pelos hackers
Sim, ser hacker pode ser algo muito bom não só para o seu bolso como também para toda a sociedade. É muito comum que grandes corporações abram concursos ou empreguem em seu quadro de funcionários hackers extremamente competentes.
A Google, por exemplo, está com um concurso aberto oferecendo US$ 20 mil para quem conseguir quebrar a segurança do Google Chrome. Além disso, quem invadir um notebook Cr-48 também será premiado.
Concursos e desafios como esses existem aos montes na internet e boa parte deles são patrocinados pelas próprias empresas. Afinal, é muito mais interessante descobrir todas as falhas possíveis de um sistema antes que ele chegue ao grande público do que esperar o lançamento e descobrir brechas fatais no produto.
Como colocar à prova um sistema bancário, por exemplo, que deve ser extremamente seguro, se ninguém com curiosidade aguçada e competência técnica esgotou todas as possibilidades para hackear o sistema em questão?

Um hacker premiado com o Nobel da Paz?

Julian Assange, da WikiLeaks
Fonte da imagem: Wikipedia
Sim, essa possibilidade é mais real do que você imagine. Julian Assange, o criador do polêmico site WikiLeaks, teve o seu portal cogitado como um dos possíveis indicados ao Prêmio Nobel da Paz, pela sua contribuição em defesa da liberdade de informação.
Contudo, as informações vazadas pela WikiLeaks nada mais são do que documentos conseguidos por hackers anônimos, selecionados pela equipe, e compartilhados com o público. Você já parou para pensar quanta coisa ilegal foi e pode ainda ser descoberta graças ao trabalho de centenas de hackers?
A mesma analogia pode ser levada em consideração quando falamos dos jailbreaks para smartphones. Desde que a técnica não seja utilizada para obter lucros ou vantagens ilícitas sobre o trabalho de outras pessoas, libertar um produto para estudá-lo ou conhecê-lo melhor não é crime.
Um exemplo: você utiliza um determinado aparelho e quer colocar nele um aplicativo cuja Loja de Aplicativos não comercializa ou não aprova, por qualquer razão que seja. Caso ele exista na rede e você queira testá-lo, não há problema algum instalar ele.
Obviamente, em casos como esse, a desenvolvedora do aparelho tem todo o direito não se responsabilizar pelo que acontece e as consequências desse ato são exclusivamente suas. Contudo, para fins de teste e de estudo, não há maneira melhor de explorar ao máximo as possibilidades de um SO.

Todos os hackers merecem o céu?

Códigos de segurança são explorados pelos hackers
Assim como em qualquer profissão existem as pessoas de boa e má índole, o mesmo acontece no mundo dos hackers. É possível afirmar sem medo de errar que a maioria dos hackers é composta por curiosos, usuários extremamente inteligentes e bem-intencionados.
Os hackers não são exceção à regra. O problema é que muitas vezes os estragos causados por eles têm um impacto financeiro e moral maior do que o trabalho de centenas de usuários bem-intencionados.
Sim, infelizmente há muita gente se utilizando dos conhecimentos adquiridos para criar vírus, malwares, roubar senhas de banco, clonar cartões de crédito e copiar e comercializar, de maneira ilegal, softwares e dados confidenciais.

Mamãe, eu quero ser um hacker!

Curiosidade é a força-motriz de muitos hackers
Se você gosta de informática e tecnologia, mas principalmente, é curioso e gosta de descobrir por conta própria tudo aquilo que está por trás de sistemas operacionais, aparelhos eletrônicos e novas tecnologias, por que não transformar o seu dom em algo que pode ser rentável e, de quebra, ajudar milhões de usuários?
Estudar por conta própria e descobrir os porquês do funcionamento de muitos sistemas pode ser uma tarefa compensadora. Além do aprendizado, você certamente encontrará oportunidades de mostrar o seu talento, em especial para grandes empresas.
Tenha certeza de que incentivo não irá faltar. Há diversas comunidades e fóruns na web com muitas oportunidades para você compartilhar conhecimento. Obviamente, no meio do caminho, você encontrará também muita gente mal-intencionada e que irá lhe oferecer promessas de dinheiro fácil para trabalhos ilegais.
Contudo, caberá a você decidir por conta própria qual caminho irá seguir. Se optar pela legalidade, que é o que se espera de grandes talentos, certamente encontrará espaço em grandes empresas e poderá, com seu trabalho, ajudar a moldar o futuro dos softwares que veremos por aí.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Red Bull Rampage The Evolution – 2010
Download do filme Red Bull Rampage The Evolution – 2010, Confira!
Red Bull Rampage The Evolution
Os maiores competidores de mountain bike do mundo reunidos em Utah – USA para o Red Bull Rampage 2010.
Dados do Documentário
Genêro: Documentários
Idioma: Inglês
Legenda: S/L
Formato: DVDRip / AVI
Tamanho: 701 Mb
Download: FileServe

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